Hoje estou pensando o quanto é dificil viver. Para entender esse computador é fafiroflauda. Entendeu o que é fafiroflauda? é isso mesmo que vc está pensando.
Tem uma emissora de TV que está exibindo uma novela, onde o objetivo é acabar com a familia e tudo que é valioso na sociedade. Uma desgraça. O autor e os donos da emissora, ao meu ver deveriam ser trancafiados num hospicio e esquecidos lá dentro, para sempre. Eu não sou bonzinho. Sou justo.
Amei amar sempre em minha vida
ResponderExcluirAmo mais e mais a cada dia
Hoje Deua, minha mulher
e este blog desafiante.
AMEM
BANARENO
ResponderExcluirCaminhando pela estrada de terra muito tranquilamente como era prorpio dele o homem se aproximava do riacho que deslisava tranquilamente entre grandes pedras e muitas árvores.
Cansado, pois vinha caminhando desde muito longe a procura de um lugar que lhe atraisse de todas as formas, pois para isso tornasra-se um migrante, que nem ele mesmo seria capaz de dizer de onde partira, visto que perdera até mesmo a conta de quanto tempo estava a caminhar.
Sentou numa pedra lisa e com os pés dentro do riacho, pensava e observava atentamente a paisagem ao seu redor. Quanto mais pensava, mais se sentia atraido pelo lugar e já havia até mesmo decidido tomar conta daquele lugar selvagem e começar alí, uma propriedade.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
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ResponderExcluirTirou da bagagem que trazia no lombo de dois burros que possuia, uma papelada e colocou sobre a rocha, pondo-se atentamente a estudar o mapa que trouxera consigo e que lhe indicava estar no lugar certo.
ResponderExcluirNaquele tempo, havia tanta terra do governo abandonada, que quem chegasse primeiro tornava-se dono legítimo do lugar, por isso, o que tinha que fazer agora era conhecer a propriedade e demarcá-la. Precisava começar logo.
Bom, Banareno era muito inteligente e concluiu que, ao mesmo tempo que iria conhecendo a propriedade, usando para isso as formações naturais do terreno, seu relevo e assim partiu riacho abaixo, até on desse, com papel e lapis, desenhando tudo que encontrava, bebendo água pura e fresca daquele rio e comendo frutas que encontrava, abundantemente.
ResponderExcluirCaminhou o dia inteiro pelo rio, maravilhado com tanta fartura de beleza, peixes, portos e prainhas naturais até que sentiu uma corredeira e muitas pedras, visualizando que mais à frente haveria uma cachoeira.
Saiu do rio e caminhando pelas margens, logo visualizou o que pressentia existir uma queda d'água. Caminhou lateralmente descendo uma encosta de terra com vegetação e logo, sem muito esforço, alcançou o lago formado pela cascata que fazia um estrondo razoável.
ResponderExcluirEmbevecido, olhava o espetáculo. Muita água e espuma, pedras, muitas rochas marrons e centenas e centenas de tamanhos diversos, permitia a formação de um lago manso e transparente, por onde, depois, continuava o rio, novamente calmo e piscoso. Que beleza! e agora era tudo seu...
Banareno decidiu que depois de um dia inteiro de caminhada, esta divisa iria mudar de direção, formando uma linha reta que passaria por dentro da mata passando por uma grande elevação, um monte verdejante com formato de uma corcova de camelo, que mais tarde o batisaria com o nome de CAMARÁ , por causa da árvore deste nome, que quase totalmente o revestia.
ResponderExcluirBem, e assim foi. Durante três meses caminhou em direções diferentes, até que novamente chegou ao rio, no lugar de onde partira.
Foi uma grande extensão de terra que demarcou.
Passaram-se os meses e todo dia Banareno com sua parelha de burros, o cinza violetado claro, chamava-se Rouxinho e a outra, uma fêmea muito bonita, chamava-se Melindrosa, na verdade era uma montaria de sela, que também puxava cargas; sairam para a mata.
ResponderExcluirEnquanto Banareno derrubava árvores, os animais pastavam num mato ralo crescido pelo chão da mata. Era um trabalho para cabra forte , corajoso e destemido e que sabia o que queria.
Arvore e árvores foram cortadas e arrastadas.
Presas com cordas aos animais e depois trabalhadas para a construção de uma casa, armazem e outras dependências, entre elas uma oficina rústica mas que serveria e muito bem para os trabalhos da fazenda, pois era essa a meta de Banareno: uma fazenda
ResponderExcluirPassava os dias construindo, preparando terras para as lavouras, pescando para se alimentar e pensando em como melhorar tudo aquilo.
Um dia, caminhando pelo caminho por onde viera, encontrou uma velha lata enferrujada, embalagem de um sabão e pensando, tirou conclusões de que por ali passava gente e portanto, de onde será que vinham e para onde iriam?
ResponderExcluirPlanejou uma expedição em outra direção para pesquisar o que existiria mais além, em direção ao sul daquelas terras, pois viera do norte.
Planejou tudo e esperou por um clima mais propricio, pois já aprendera a conhecer as epocas de chuva, de frio e de calor intenso.
ResponderExcluirAchava aquela vida, muito boa e proveitosa para o que eueria.
Bem na epoca da primavera, preparara os animais com tudo que iria precisar e partiu em direção ao sul.
Não havia estrada, apenas uma trilha natural que permitia aos animais caminharem naturalmente.
Banareno ia montado em Melindrosa, onde também dois grandes caçuas carregados de mantimentos e outras tralhas estavam arreiados e lá se foi o homem e o seu destino.
ResponderExcluirO homem e a sua vontade de realizar um sonho, um homem destinado ao sucesso e nem ele sabia que estava iniciando uma historia cheia de acontecimentos fortes, uns alegres e outros trágicos, como quase tudo acontece assim na vida.
Entrava dia, saia dia, fogueiras se sucediam ànoite, onde dormia em esteiras, comia frutas e peixe seco com água fresca, olhava demoradamente as estrelas e tudo assim transcorreu por exatos 41 dias.
ResponderExcluirNuma manhã, assim que amanheceu o dia, um cachorro vira-latas apareceu latindo muito, que rendo se aproximar, talvez procurando comida ou companhia humana.
Banareno, estupefato, fitava o animal que não era bravo nem maltratado na tentativa de entender de onde viera aquele símbolo de civilização; não muito longe deveria haver alguém o que o fez exultar de alegria.
Foi se aproximando lentamente do cachorro para ir conquistando sua confiança, brincando com ele até que o cachorro, deitado no chão permitiu carícias; foi então que Banareno muito surpreso, viu pendurada em uma fina coleira, uma placa de prata com as iniciais AG. O que significará essas letras?
ResponderExcluirO nome do cachorro ou do seu dono?, mas quem, naquele fim de mundo, poderia ser o dono daquele animalzinho? pensando nisso, começou a montar acampamento, decidido a desvendar o mistério.
ResponderExcluirO cachorrinho, muito manso, caminhava e saltitava, brincando com borboletas e e correndo de lá para cá e quando cansado, deitava-se na sombra de uma pequena árvore e ficava dormindo.
ResponderExcluirBanareno, nessas ocasiões, analizava a plaquinha com as iniciais AG. Era de prata a plaquinha. Que luxo, um cachorro com uma plaquinha de prata no pescoço... prata...
AG significa argentum, prata... terá alguma ligação esse meu raciocinio? chegava à noite e já com o fogo da fogueira apagado pegava no sono atá novamente o dia amanhecer.
Dois dias depois que o AG apareceu, um ruido inicialmente muito baixo, começou a parecer vozes que gritavam ao longe e foram aumentando de intensidade, quando então tomaram forma dois cavaleiros a galope e vindo em direção ao acampamento de Banareno
ResponderExcluirEste levantousse e começou a acenar no que foi correspondido pelos cavaleiros que então já estavam quase ao seu lado.
Dois homens, vestidos com calças e camisas normais, foram logo apeiando de suas montarias e falando: -Bom dia , meu senhor!
-Bom dia, respondeu Banareno. que boa surpresa encontrar uma cara nova poraqui!
ResponderExcluir-O mesmo digo eu, depois de tantos anos sozinho.
Anos? de onde o senhor vem?
-É uma longa historia, que logo voces saberão. E vocês, quem são?
-Somos de Briconia e estamos procurando um cachorro fujão, que pertence ao nosso patrão.
Briconia? esse nome é de uma cidade?
-O senhor não a conhece? então deve vir de bem longe...
-41 dias de caminhada em lombo de burro, desde que saí das minhas terras.
ResponderExcluir-O senhor é fazendeiro lá para as bandas do norte?
-Isso mesmo. Partí procurando por um lugar habitado, pois na verdade venho de muito mais longe ainda e preciso encontrar uma cidade; preciso comprar muitas coisas, na verdade preciso de quase tudo.
-Quando o senhor pretende levantar acampamento e ir para Briconia??
-Amanhã.
-Então, iremos juntos amanhã, são apenas três quilometros e meio.
ResponderExcluirDepois dessa conversa, os dois tiraram do alforge duas galinhas cozidas e misturadas com farofa e puseram-se a comer e a conversar. Estavam todos alegres, principalmente por terem encontrado o AG, o cachorro do patrão.
Falaram de tudo. Da cidade, do trabalho deles na mina de prata, que já não tinha mais quase produção, Banareno falava da plantação de cana que pretendia iniciar no Camará, nome da fazenda que estava montando, da gente que precisaria para tocar tudo e assim por diante, até que escureceu, foram dormir em paz esperando o novo dia que viria.
CAPITULO II
ResponderExcluirO sol brilhava já quente quando todos começaram a se arrumar para partir para Briconia; tudo foi arrumado e puseram-se à caminho da cidade.
Banareno com todos aqueles planos na cabeça, não cabia em sí de felicidade. Preciso de gente, de bois e vacas, máquinas e ferramentas. Quanto será que irei gastar? o banco... certamente em Briconia terá um banco...
ResponderExcluirDurante a caminhada para Briconia, a paisagem era exuberante; uma grande planicie com bosques e pastos cercados onde rebanhos pastavam calmamente, algumas casas salpicavam a paisagem até que a estrada que se aproximava cada vez mais passou por uma igraja grande toda de pedra cinzenta e belas grades de ferro, circundando jardins muito bem cuidados, uma grande praça com bancos e passeios bem cuidados.
Banareno jamais imaginara a existencia dessa cidade pois os mapas daquela época eram rudimentares e não havia comunicações a distancia, nem grandes rodovias e muito menos ferrovias, exceto as que ligavam os grandes centros.
ResponderExcluirNão era o seu mundo.
Ele viera de uma familia que se desmembrara com o tempo e ele, particularmente, sempre sempre fora um individuo sozinho e caminhando com o vento, sabendo apenas que iria conseguir fortuna em algum lugar deste mundo.
Sua tenacidade, energia e vontade o alimentava o tempo inteiro e todas as dificuldades que encontrava, só serviam para serem superadas e para fortalecerem-no cada vez mais.
ResponderExcluirUm homem excepcional é o que era o Banareno
CAPITULO III
Sinval e Zezito eram os nomes dos dois empregados do praticamente dono de Briconia.
O senhor Marmai.
Uma figura autoritaria tipo ditador e com uma determinação de não deixar nada nem ninguém o ameaçar.
ResponderExcluirMorava o senhor Marmai numa casa grande, perdida dentro de um bosque cercado por um muro de pedra; lá dentro , era um jardim, mas o que predominava eram árvores enormes; mangueiras e coqueiros além de que, tudo isso, era guardado por cachorros enormes e ferozes.
Quando alguém queria falar com Marmai, havia um sino que ao ser badalado, trazia até o portão um vigia armado que acompanhava o visitante.
ResponderExcluirO senhor Marmai adquirira todo esse poder porque era dono da mina de prata que ficava nesta sua propriedade que era muito grande, lá para os fundos da casa de onde partia uma estrada que alcançava uma outra estrada muito grande e que alcançava o porto de Mercante, outra cidade grande perdida, nas costas do oceano Atlântico.
Para se chegar a mina, uma estrada calçada com pedras percorria mais ou menos dois quilômetros, saindo pelos fundos do terreno, ziguezagueando morro acima, passando por grandes rochas e matas densas, até um grande portão de toras de madeira que permitia o ingresso a mina propriamente dita.
ResponderExcluirMuitas e muitas carroças grandes e muitos carros de boi ficavam nesse grande patio a espera de minério para depois ser transportada até Mercante de onde então partiria para outros mercados, em navios estrangeiros.
ResponderExcluirDESDE A DATA ACIMA, NÃO MAIS PUBLIQUEI A HISTORIA DO BANARENO POR MOTIVOS VARIOS.
ResponderExcluirESTOU VOLTANDO COM A CONTINUAÇAO DA HISTORIAES
ESPEOR QUE CONTINUEM LENDO E QUE GOSTEM.
Tudo era feito com a força bruta de animais e homens, desde a escavação atá o tranasporte final
ResponderExcluirUma grande boca escura do tunel principal permitia a entrada de homens e carros, carroças e cavaleiros para as profundesas da terra, da mina, que em declive não mui acentuado, penetrava fundo onde tudo era iluminado com tochas, por muitos quilometroas.
O cheiro de terra molhada e o ruido de picaretas e marretas, faziam daquele lugar um verdadeiro inferno.
ResponderExcluirZezito, Sinval e Banareno procuraram um lugar onde pudessem comer, beber e descansar para que, depois, pudessem procurar pelo senhor \masrmai.
O senhor Marmai é um caso a parte, desde quando apareceu menino na cidade, menino contando uma historia muito estranha de que fugira fazia tempo de uma tribo de indios que o criara até então, pois era branco e os indios que existiam por aquelas bandas eram peles vermelhas e indio é o que ele não era, portanto...bem, não tem muito o que contar, vivera na cidade pedindo esmolas até o dia em que apareceu com uma grande pepita de prata dizendo que achara, mas não contou onde. Ficou quieto e vendeu a pepita para o dono das carroças e burros que serviam a cidade.
ResponderExcluirEra um grande estábulo. Marmai continuou vivendo na cidade encontrando pepitas de prata sem dizer onde as encontrava. Nunca. E vendendo-as.
ResponderExcluirDepois de alguns anos, já rapaz, demarcou as terras que existiam ao redor da montavha, terras que ninguém queria pois eram inadequadas à lavoura ecom o dinheiro que juntara vendendo pepitas de prata, construiu de inicio uma pequena casa, cercou fortemente o terreno e começou a trabalhar sozinho, escavando o morro e garimpando prata da melhor qualidade.
Dez anos depois era dono da grande mina de prata que empregava boa parte da população da cidade a qual batizara com o nome de "mina do buraco". Foi com esse nome que Marmai designou a mina, devido ao tamanho da boca de entrada do túnel.
ResponderExcluirCAPITULO IV
No meio da tarde, sairam os tres levando o cachorro AG em direção a casa de Marmai para devolve-lo e para que Banareno entrosasse conversações gerais sobre os negócios que pretendiam fazer no Camará. Zezito e Sinval colocaram-no a par de como era a cidade de Briconia, de como Marmai conduzia tudo por alí, enfim, encaminharam tudo para que desse certo suas propostas, pois estavam muito interessados no sucesso dos seus empreendimentos.
Caminharam por uma alameda, atravessaram uma bonita ponte de pedra e por onde passavam eram observados com muito interesse pelos moradores do local.
ResponderExcluirChegaram na rua da prata e bem em frente ao portão da casa, puxaram o badalo do sino que fez um som vibrante e alto; ficaram conversando enquanto esperavam um epregado que se aproximava, trazendo, pela culeira, dois cachorro grandes e ferozes.
- Boa tarde, o que desejam?
ResponderExcluir- FALAR COM O SENHOR mARMAI, PARA APRESENTAR O SENHOR bANARENO QUE ESTÁ EM VIAGEM PARA TRATAR DE NEGÓCIOS
- Vocês dois trabalham para o patrão. Eu conheço vocês.
- Nós somos lá da mina e saimos procurando o AG que fugiu, quando o patrão se distraiu e foi o senhor Banareno quem o achou.
- Então podem entrar. Podem me seguir.
Abriu o grande portão e os cachorros começaram a latir forte querendo atacar e o empregado os continha com força. Sairam caminhando pela alameda sombreada por arvoredos e do lado direito um lago bem grande, abrigava aves de varios tipos: araras barulhentas, cágados e viadfinhos saltitantes.
ResponderExcluirLogo apareceu a casa de Marmai. Uma casa cercada de alpendres, telhados sobre coluna poderosas, cilindricas e brancas sobre um chão de tijolos avermelhados. Nas paredes, pequenos tocheiros e espalhados pelos alpendres, moveis escuros feitos a mão e compondo sofás e cadeiras, almofadas coloridas. Muitas redes brancas estavam armadas, esperando quem quisesse ali ir descansar. Tudo ornamentado com tapetes e mais tapetes. Lá, moravam Marmai, sua esposa e dois filhos: muitos criados e muitos cães.
ResponderExcluirAnimais domésticos haviam muito e tudo era muito tropical. Cestas e pratos grandes cheios de frutas estavam alí a disposição para quem quisesse se servir. A casa era toda iluminada com candelabros e lustres, com velas que, por meio de um sistema de velsa eram baixados para que fossem acesas.
ResponderExcluirBanareno quando chegou aquela casa, era dezessete hora e deu para que, observando tudo atenta,emte, concluisse que o dono daquela casa, era muito rico.
Banareno foi introduzido junto com Zezito e Sinval num hall largo, atapetado de branco e com grandes cadeiras avermelhadas, que pareciam de mogno, com almofadas brancas bordadas com muitas flores.
ResponderExcluirNo centro havia uma mesa e em cima, um objeto entalhado, que parecia uma ferramenta de madeira e metal. Não demorou muito e Marmai apareceu, vindo por um arco que certamente conduzia ao interior da casa.
Vestia uma calça branca de algodão, bem folgada que permitia bastante conforto naquele ambiente tropical e quente. Uma jaqueta, sem mangas, amarela, por fora das calças e um chinelão, também amarelo, compunha o seu traje e junto com ele, dois homens armados com revólveres na cintura, pararam na porta em arco enquanto Marmai continuou andando lentamente em direção ao visitante, sorridente e parecendo bastante amigavel.
ResponderExcluirAs pessoas se levantaram e cumprimentaram a figura bastante imponente daquele homem,cuja fama já o precedera e fizessem com que o olhassem num mixto de apreensão e respeito.
ResponderExcluir- Boa tarde. Vejo que vocês encontraram o AG? fujiu das minhas mãos e pensei que nunca mais o veris.
- E foi sorte, muita sorte, patrão, disse o Sinval.
- Nós saimos a procura dele e terminamos encontrando também o senhor Banareno, que foi na verdade quem o encontrou
O sebhor Banareno é um proprietário de muitas terras, lá para as bandas do norte, muito longe daqui e que estava em expedição a procura de uma cidade pois o mapa que possue é incompleto, mas, eu vou lhe apresentar o senhor Banareno e ele lhe contará a sua historia.
ResponderExcluir- Fico muito feliz em lhe conhecer, senhor Banareno, falou Marmai. Seja benvindo.
Estou muito feliz em poder voltar ao meu blog.
ResponderExcluirEle é o meu refugio que não tenho mais quase nenhum.
Tão cedo não pretendo continuar a publicar o BANARENO.
Quero escrever poesias.
Agressivas poesias para com um mundo como o que vivemos.
O meu é lindo, o meu interior, pois o que vivo me faz sofrer.
Depois eu vbolto. Beijos
Aqui estou novamente, . Sozinho por pouco tempo.
ResponderExcluirSozinho e em silencio, é isso.
Silêncio. Silêncio.
Minha mente necessita silenciar.
Estou modelando um boneco de neve para o meu Natal.
É manhã. Lindo sol e penso na montanha de Esmerante, onde mora o Migalha. Uma montanha toda de cristal faiscante ao sol e administrada por Rubilo, serzinho minúsculo que raptou Eul de sua caminha com colchão de algodão, la do engenho Camará, quando tinha cinco anos.
ResponderExcluirO tempo parou para Eul. Cresceu no tamanho e na vida, mas na mente continua e continuarpa como aquele menino raptado de sua caminha. Hoje ele mora em Esmerante, a montanha de cristal com o Migalha, Rubilo e mais uma porção de elfos.
Toda noite, 10 e meia, apago a luz e a escuridão aparece em tudo. Acabei de amar e beijar minha mulher e na escuridão que acabou de chegar, minha mente voa para Deua primeiro, converso muito com Ele, agradeço por tudo e começo a pensar...pensar... e pensando, adormeço até de manhã.
ResponderExcluirAcordo ótimo. Durante à noite sonhos lindos povoaram a minha mente e durante o dia o sonho continua., afinal moro em Esmerante, a montanha encantada.
-Bom dia, meu amor,como vai você?
ResponderExcluir-Teamando como sempre e muito, muito, muito.
-Beijos.
Meus sonhos são feitos de paisagens de matas, rochas e rios. Te amo vida.
ResponderExcluir77 anos de vida
ResponderExcluirlonga vida
aos vinte merda pura
aos trinta diarreia
aos quarenta muita sorte
aos cincoenta não vi passar
de tanto trabalhar
aos sessenta o sol nasceu novamente para mim
aos setenta renasci pela terceira vez
aos setenta e sete estou surpreso, rejuvenescido, alegre, bem acompanhado, amando e esperando 2014. Bjs para mim mesmo. Me amo
SEMANA SANTA DE 2014
ResponderExcluirÓ Deus de minha vida. Um beijo no seu coração.
Obrigado por teres curado a minha vida .
Tiraste-me todos os vicios e maus hábitoa.
Colocastes em minha vida este espaço on publicamente posso falçar te Tí e dizer que sem Você meu Deua, eu não existiria mais.
Entendí e quero comunicar a quem ainda não sabe, que nós existimos a penas para te adorar.
Nós somos criaturas Vossas e para nada mais servimos.
O ego tem que ser eliminado, poi é ele que nos traz a vaidade
o orgulho
a avareza
a maldade
o pécado
a inimizade
o vicio
o medo
adesordem
a
aguerra
a
a
a
.........
EU TE AMO JESUS. FILHO DE DEUS E DEUS TAMBEM.
Amém
Era uma vez um cara que dormia e acordava.
ResponderExcluirComia e ecacuava.
Sorria e chorava
Ganhava dinheiro e gastava.
Um belo dia ele cansou de tudo isso e se candidatou a deputado.Foi incendiado em pra publica.
Foi massacrado a pauladas.
Virou caldo de carne e então a Maggi comprou a formula e começou a produzir caldos em geral.
FOI ASSIM QUE NASCERAM OS CALDOS. Beijos. Te amo
Lembranças daquela madrugada pervertida em meio a mata, praias, ventos e muito alcool e maconha. Nada passava em minha mente como responsabilidade por si mesmo; se viesse qualquer acontecimento, apenas viria o acontecimento e pronto. O dia amanhecria novamente e eu estaria novinho para continuar na minha vadiagem que achava que tinha direito. Só isso.
ResponderExcluirÉ noite e como toda noite viajo aos confins do tempo e lá me encontro.
ResponderExcluirÉ noite e como toda noite viajo aos confins do tempo e lá me encontro.
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