O avião aproximava-se do aeroporto de Cama-Cama e já pedia permissão para pouso; eram 1.17 AM. Plainou como um pásaro tranquilo e apaixonado pela sua fêmea e pousou escorregando toda aquela potencia pelo concreto da pista até que parou completamente e tudo começou a acontecer.
Zezo desceu e já embarcou no seu Ashton com velocidade acima do normal, como era do seu costume. Zezo amava a noite e só assim vivia todos os dias da sua vida; gostava da hora em que a aurora aparecia em todo seu esplendor de luz e claridade. Aí sua alma repousava no intimo do seu ser e dos seus pensamentos; idéias brotavam maravilhosas e nas subsequentes madrugadas as fazia acontecer como planos e mais planos que se transformavam em grandes empreendimentos.
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