Naqueles dias, naquele lugar de sonho, pois era isso o que eu estava vivendo, um sonho, eu parecia querer sair de dentro de mim, ter cem olhos e cem braços para assambarcar tudo e todos ao mesmo tempo para usufruir de tudo aquilo que eu vivia e parecia não acreditar que vivia.
Um sol enorme me iluminava, um mar imenso me alucinava de tanta beleza e eu, sozinho, bebia cervejas e vivia, vivia, sentia e sentia, era interminavel o meu prazer. Amanhecia e anoitecia e eu ali, gozando de tanto prazer e alegria. Eu estava morto e revivera naquele lugar. Tinha que festejar.
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