sexta-feira, 11 de julho de 2014

Todo dia eu acordava, comia um tomate e isso acontecias às 7 horas. Caminhava pela praia onde ninguém aparecia e que assim era toda para mim. Caminhava até um muro de pedras muito antigo onde o mar arrebentava muito bravio. Deitava ao sol e algum tempo depois mergulhava; num desses mergulhos o mal se aproximou de mim e sem eu sentir nada fez com que minha correntinha de ouro saisse do meu pescoço e desaparecesse nas profundezas. Por isso nunca mais larguei da mão de DEUS. A correntinha e a pequena cruz tinha sido presente da minha mãe.

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