domingo, 12 de abril de 2015

A PEDRA AZUL

Mal-me-quer, bem-me-quer,mal-me-quer,bem-me-quer... ...
A jovenzinha sentada naquela montanha alta, numa pedra azul, desfolhava uma flor, lentamente, pétala por pétala, olhar perdido, pensava em nada, apenas aguardava algo que não sabia bem o que era.
Mal-me-quer. Não é possível que mal-querença nenhuma me atinja, não permito, penso em meu coração pulsando cheio de vida e só bem-querença me atingirá. Eu sou o todo poderoso comigo mesmo e dono do meu coração.  Dei-o para o meu amor, que só bem, me quer. 
Varias vezes também fiz o mal-me-quer, bem-me-quer. Só acontecia o bem-me-quer e hoje ,como sempre ,estou aqui sendo bem querido nesta manhã de domingo, linda e agradavel, depois da chata noite de sábado.


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