Aquele garoto era forte.
Olhava o céu, os paralelepípedos da ladeira, adorava brincar na chuva, subia em árvores, explorava a mata na redondeza e sempre de olho nela, sua mãe.
Aquele garoto era eu e aquela era DONA MARIA DO CARMO. Minha mãe.
Muito, mas muito mais forte do que eu.
Deus a levou, quando quis, já bem tarde na vida e deixou em mim aquela fortaleza necessária para se viver.
A vela, simboliza para mim a luz eterna, aquela que nunca se apaga.
Homenagem à minha querida mãe, dona Docarmo.

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