segunda-feira, 3 de agosto de 2015

FANTAZIA 9capitulo cinco)

Dito isso o Vento viu que não estava sozinho e muito menos tão livre; eu não gosto de destruição e como vou fazer para furacar sem furacar?
Levantou-se com aparência de redemoinho, deu uma grande banda e voltou para o oceano, adorava o frio da água.
-Destruiu alguma cidade? perguntou o Sol?
-Varias...destelhei tudo... foi ótimo.
-Então até amanhã.
Não teve o amanhã. O vento se mandou para o outro lado da terra, onde era noite e o Sol não o veria. Estava começando a perder sua liberdade que desejava quando, lá na eternidade pediu para ser vento.

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